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  • Foto do escritorTaís Antezana Pacheco

Manifesto pelo Mãevimento

É na maternidade que se inicia a CULTURA de uma nação! Quantas vezes escutamos que tal país é assim porque a cultura deles é daquele jeito ou que no Brasil é difícil mudar as coisas por causa da nossa cultura? Mas afinal, o que é a tal "cultura"?


Ao contrário do que muitos pensam, a cultura não é uma força mística que paira sobre um país e que absorvemos como um raio de luz.


A cultura é uma série de comportamentos, moldados e ensinados desde o momento em que nascemos, ou seja, é a educação que recebemos do nosso entorno. Uma leoa, na natureza, ensina os filhotes a caçar, e, quando crescem, eles ensinam o mesmo para suas próprias crias, passando o aprendizado de geração para geração. Mas, se um leãozinho é criado em cativeiro, mesmo que seus instintos de caça estejam presentes, ele não consegue viver solto na natureza, porque não aprendeu a "educação da selva" de seus pais.


Hoje, nós não precisamos da "educação da selva", mas da intelectual. Precisamos aprender, desde pequenos, a desenvolver capacidades de negociação, a sermos emocionalmente inteligentes, a produzir com nossos próprios talentos e podemos mudar, ativamente, nossa cultura. Como? Através da maternidade, da primeira infância e da educação básica!


O valor da família para uma criança não é apenas uma questão moral. Como bióloga, educadora parental e mestranda em neurociências, posso afirmar que há muitas evidências científicas sobre a importância da presença de mães e pais nos primeiros anos da vida de um filho.


Somos seres humanos e temos a necessidade de pertencer, de criar uma identidade de grupo, e nosso primeiro esforço nesse sentido é com a família. Porém, mães sobrecarregadas se tornam emocionalmente, e até fisicamente, ausentes; não conseguem nem cuidar dos filhos, nem desenvolver a carreira como gostariam. Todos perdem: os bebês, a sociedade, os pais e as empresas.


Sem uma primeira infância de qualidade, crescem adultos com diversos tipos de carências nutricionais, afetivas e cognitivas. Além disso, pela ausência de apoio necessário, cada vez menos famílias com alta escolaridade querem ter filhos, enquanto as famílias de baixa escolaridade continuam sem orientação de como fazer um planejamento familiar de acordo com suas finanças, ou de como melhorar suas finanças para suprir suas necessidades familiares.


As empresas, por sua vez, gastam cada vez mais tempo e dinheiro com demissões e com processos seletivos para encontrar mão de obra qualificada, perdendo, também, oportunidades de negócios.


Segundo o IBGE/Ipea, o Brasil passará de 213 milhões de pessoas a 178 milhões em 2050. Estamos nos tornando um país velho e pobre, dependentes da aposentadoria do governo, ao invés de sermos ensinados a produzir nosso próprio sustento. Mas ... com menos jovens trabalhando para pagar impostos, de onde o INSS vai tirar dinheiro para a aposentadoria de tantos velhinhos? A conta não fecha!


A falta de investimento em uma estratégia para a primeira infância e para a educação básica, está nos deixando sem jovens para produzir e os que temos não estão se profissionalizando. Estamos caindo num abismo econômico perigosíssimo.


Além disso, o baixo nível educacional mantém pais trabalhando excessivas horas fora de casa, para ganhar apenas o mínimo, criando crianças “órfãs de pais vivos”, que perdem sua referência familiar e começam a procurar esse pertencimento em outros lugares, virando presas fáceis de grupos criminosos ou começando relacionamentos amorosos cada vez mais cedo, correndo o risco de, pela imaturidade, provocar uma gravidez precoce.


Em resumo, no Brasil, está tudo ao contrário, gastam-se rios de dinheiro tentando consertar tarde problemas de adultos que poderiam ter sido evitados desde o início da vida de cada um. O Estado está invertendo as prioridades e deixando as pessoas envelhecerem pobres e dependentes de uma aposentadoria que sequer garante um final de vida digno.


Por isso, eu, Taís Antezana, estou disposta a lutar pelos nossos filhos, para aprovar os projetos na Câmara dos Deputados, fazendo política baseada em evidências e combatendo os políticos que só estão interessados em criar privilégios para si próprios, alimentando um Estado grande e corrupto.


Escolhi o Partido Novo para essa missão, pois encontrei nele pessoas comuns, como eu, que estão inconformadas com a situação do nosso país, mas que também não se acomodaram, porque saíram da INDIGNAÇÃO e foram para a AÇÃO.

Somos idealistas, mas também somos guerreiros, com coragem para enfrentar os desafios que virão.


Meu compromisso é com você e, juntos, vamos fazer o maior MÃEVIMENTO do país!


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